A direção nacional do PSB encaminhou a nove deputados que integram a base de apoio do governador Carlos Brandão (sem partido) na Assembleia Legislativa carta de anuência autorizando a saída dos mesmos dos quadros do partido.
A decisão fez parte de um acordo, costurado nesta última terça-feira, 3, que desatou um nó dado pela senadora Ana Paula Lobato, presidente do diretório estadual, e outros políticos dinistas que fazem oposição ao Governo.
Na última sexta-feira, 30, a senadora assinou documento expulsando da legenda os deputados Davi Brandão, Florêncio Neto, Antonio Pereira, Daniella, Andreia Rezende e Adelmo Soares.
Foram deixados apenas Ariston, Francisco Nagib e a presidente da Alema, Iracema Vale.
O objetivo era ter maioria dentro do partido, com as filiações de Othelino Neto, Fernando Braide e Leandro Bello, para juntar-se com a federação PT/PC do B/PV, cuja representatividade é apenas do comunismo, para formar Bloco Parlamentar de oposição com direito a assentos nas Comissões Permanentes da Casa, por exemplo.
Com a sentença, Othelino, Braide e Bello, além de Carlos Lula, vice-presidente estadual da sigla, tornaram-se minoria no socialismo.
O acordo proporcionou a saída do PSB de Iracema Vale, Florêncio Neto, Davi Brandão, Ariston, Francisco Nagib, Antonio Pereira, Daniella, Andreia Rezende e Adelmo Soares.
Com exceção de Ariston, que foi para o Mobiliza, os demais se filiaram ao MDB, sigla presidida pelo secretário de Estado de Assuntos Municipalistas e pré-candidato ao Governo, Orleans Brandão.
O irmão do ex-prefeito de Santa Rita, vale destacar, apesar de não estar no emedebismo, continua na base de apoio do Governo.
Aos deputados de oposição – quatro do PSB e quatro do PC do B – restou formar o chamado Bloquinho com direito a apenas uma vaga em todas as Comissões.
Ana do Gás, é importante relembrar, integra forçadamente este grupo devido ao fato de não ter recebido da direção do PC do B carta de anuência para deixar a sigla.










