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Suzano já restaurou mais de 799 hectares de áreas protegidas no Maranhão e Pará

Fotografia da UNF - Unidade Florestal- da Suzano Papel e Celulose em Grajaú, Maranhão.

A Suzano, maior produtora mundial de celulose e referência global na fabricação de bioprodutos desenvolvidos a partir do eucalipto, registrou desde o início do Programa de Restauração da Unidade de Negócio Florestal Maranhão (UNF – MA), a restauração de 799 hectares de áreas protegidas nos estados do Maranhão e do Pará, no período de 2018 a 2024.

O programa prevê a implantação da restauração ecológica em áreas de conservação degradada ou alteradas e implantação biodiversos em unidades produtivas em mais de 11 mil hectares, nos estados do Maranhão, Pará e Tocantins.

Os dados divulgados integram o Resumo Público do Plano de Manejo Florestal 2025 da Unidade de Negócio Florestal do Maranhão, documento que consolida informações sobre conservação ambiental, manejo florestal, segurança, monitoramento e relacionamento com comunidades do Maranhão, Pará e Tocantis.

“A restauração ecológica contribui para o aumento da biodiversidade e para a geração de inúmeros serviços ambientais nas áreas onde é implantada. O resumo público reforça o compromisso da Suzano com a transparência, um valor inegociável para nós, e com o avanço contínuo das nossas metas a longa prazo. A conservação das áreas e todos esses processos asseguram o respeito aos direitos humanos e à responsabilidade corporativa. Os selos certificam que o manejo florestal atende a rigorosos critérios ambientais, sociais e trabalhistas, promovendo a proteção da biodiversidade, o uso responsável dos recursos hídricos, condições seguras de trabalho e o diálogo permanente com as comunidades”, destaca o Coordenador de Sustentabilidade e Certificações da Suzano, Renato Cipriano.

A UNF – MA administra uma base florestal de mais de 500 mil hectares, dos quais 310 mil são destinados exclusivamente à conservação da biodiversidade, o equivalente a 62% das áreas florestais da empresa.

As ações de restauração priorizaram conciliar o cultivo de eucalipto com a conservação dos recursos naturais, a biodiversidade, a inovação tecnológica e o respeito às comunidades.

Parte significativa da área é destinada à conservação ambiental e a produção é baseada em plantios renováveis de eucalipto, com o intuito de abastecer a Unidade Industrial de Imperatriz, que opera sob rigorosos padrões de controle ambiental, utilizadas tecnologias voltadas para o monitoramento das emissões, do controle da qualidade do ar e da água, além da gestão correta destinação dos resíduos gerados.

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