Trabalhadores da empresa Expresso Marina, que opera cerca de 19 linhas que atendem bairros de São Luís e do município de São José de Ribamar, decidiram paralisar as atividades nas primeiras horas desta segunda-feira, 17.
Eles se juntam a motoristas, cobradores e fiscais da empresa Expresso 1001, que cruzaram os braços desde a última sexta-feira, 14 – reveja e reveja.
Rodoviários cobram dos empresários pagamento de salários atrasados, além de outros benefícios, como ticket alimentação, plano de saúde, e quitação de rescisões trabalhistas.
Em nota divulgada, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros (SET) afirmou que o transporte coletivo que serve a capital e a Grande Ilha passa por um momento de crise intensa e o não pagamento dos trabalhadores ocorre devido a inadimplência da Prefeitura ludovicense, que não repassou as empresas cerca de R$ 7 milhões referente ao subsídio do mês de outubro.
O prefeito Eduardo Braide (PSD), em vídeo divulgado nas redes sociais, disse que apenas 80% da frota está funcionamento e, por este motivo, não está pagando integralmente o subsídio.
Estão sem coletivos, devido a paralisação dos trabalhadores da Marina, os seguintes bairros: Vila Cascavel, Mato Grosso, Tajipuru, Tajaçuaba, Vila Vitória, Cajupary/Nova Vida, Vila Aparecida, Cidade Olímpica, Santa Clara, Socorrão Rodoviária, São Raimundo/Bandeira Tribuzzi, Uema Ipase, Janaína Riod, Cidade Operária/São Francisco, José Reinaldo Tavares, Maiobinha, Tropical/Santos Dumont, Tropical/São Francisco.
Estão sem ônibus desde a semana passada os bairros da Ribeira, Viola Kiola, Vila Itamar, Tibiri, Cohatrac, Parque Jair, Parque Vitória, Alto do Turu, Vila Lobão, Vila Isabel Cafeteira, Vila Esperança, Pedra Caída, Recanto Verde, Forquilha e Ipem Turu.










