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Caso envolvendo deputada e vice-governador repercute na Assembleia Legislativa

O grande expediente na sessão ordinária da Assembleia Legislativa, nesta terça-feira, 20, foi marcado por discursos relacionados ao caso envolvendo a deputada Mical Damasceno (PSD) e o vice-governador Felipe Camarão (PT).

Na semana passada, um blog, de responsabilidade de um homem identificado como Victor Landim, publicou uma denúncia contra o petista o acusando de suposto ataque sexista, com a utilização de termos de baixo calão, contra a parlamentar evangélica com base em conversas de WhatsApp que teriam sido trocadas entre o blogueiro e Camarão, que já negou, em pelo menos duas oportunidades, qualquer tipo de envolvimento, tendo classificado os prints divulgados como fake news (veja vídeo no fim do texto).

Mical subiu na Tribuna para manifestar repúdio contra o ocorrido e tecer duras críticas ao vice-governador.

Ela afirmou que gostaria que o petista entregasse seu aparelho celular para Justiça como forma de periciá-lo e comprovar quem, de fato, está falando a verdade (veja o vídeo no fim do texto).

A parlamentar recebeu manifestações de apoio e solidariedade das deputadas Daniella (PSB), Dr. Vivianne (PDT), procuradora da Mulher na Casa, Andreia Rezende (PSB), e Ana do Gás (PC do B), que também defendeu a tese de que os aparelhos celulares dos envolvidos devem ser periciados.

Florêncio Neto (PSB) também manifestou-se favorável à colega e pediu apuração rigorosa dos fatos.

Na mesma linha seguiu o deputado Yglésio Moyses (PRTB), que disse acreditar que, infelizmente, a troca de mensagens entre o político e o blogueiro aconteceu e os prints são verdadeiros.

Carlos Lula (PSB) optou pela prudência e apuração do caso pelas autoridades competentes, solidarizando-se com Mical e com o vice-governador.

O deputado, no entanto, chegou a citar uma espécie de politização do ocorrido como forma de tentar manchar a imagem de Felipe, que é seu aliado.

O contraponto foi feito por Yglésio, que solicitou ao ex-secretário estadual de Saúde que declinasse os nomes que estariam tentando prejudicar o vice-governador.

Lula retrucou afirmando que recebeu relatos sobre esta hipótese e que, no momento certo, apresentaria provas.

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