Políticos de oposição que integram o chamado grupo dinista – uma referência ao ex-governador e atual ministro do Supremo Tribunal Federal, Flávio Dino – recalcularam a rota e estabeleceram um novo projeto majoritário para o pleito deste ano.
Fazer com que o vice-governador Felipe Camarão concorra ao Senado em uma possível chapa encabeçada pelo prefeito de São Luís, Eduardo Braide (PSD), caso este decida renunciar ao mandato para entrar na disputa.
O projeto ainda não foi publicizado oficialmente, mas já é confirmado por alguns destes políticos.
A montagem se daria da seguinte forma: o dinismo, via “força suprema” estabelecida em Brasília, traria para o campo de Braide o apoio do PT, partido de Camarão, que está federado com PC do B e PV – reveja, reveja e reveja.
Em troca, o vice-governador, que pontua em último lugar nas pesquisas de intenção de voto, concorreria a uma das vagas para a Câmara Alta.
O petismo indicaria ainda um nome para a função de vice-governador (a).
O PSB trabalha para indicar a outra vaga para o Senado, mas encontraria resistência por parte de Braide e alguns aliados.










