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Greve chega ao 5º dia; rodoviários e empresários terão novo encontro no TRT

Chegou ao quinto dia, nesta terça-feira, 3, a greve dos rodoviários que paralisou o transporte coletivo urbano e semiurbano que atende a capital São Luís e demais municípios da região metropolitana.

Ontem, representantes do Sindicato dos Rodoviários e do Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros, além de representantes da Prefeitura ludovicense e do Governo do Estado, estiveram reunidos na sede do Tribunal Regional Eleitoral da 16ª Região, oportunidade na qual não se chegou a um acordo.

Logo mais, a partir das 9h, uma nova reunião foi marcada pelo desembargador Gerson de Oliveira Costa Filho, que determinou liminarmente a circulação de 80% da frota, decisão, esta, que não está sendo cumprida.

Na semana passada, Empresários apresentaram uma primeira proposta de 2% de reajuste salarial.

Rodoviários não aceitaram, mas mostraram estar dispostos ao diálogo e baixaram de 15% para 12% o reajuste exigido dentro da convenção coletiva de trabalho deste ano.

A proposta não foi aceita pelo Sindicato patronal, que apresentou uma nova sugestão, desta vez de 3%, não aceita pela entidade que representa os trabalhadores.

Além do reajuste salarial, os rodoviários reivindicam tíquete-alimentação no valor de R$ 1.500 e a inclusão de mais um dependente no plano de saúde.

Responsável pela gestão do sistema urbano, a Prefeitura de São Luís disse que o pagamento do subsídio ao sistema de transporte público encontra-se em dia.

Informou que, ainda na sexta-feira, 30, foram liberados vouchers para corridas por aplicativo aos usuários do sistema.

Afirmou esperar que empresários e rodoviários cheguem a um entendimento o mais breve possível a fim de restabelecer a regularidade do serviço oferecido à população.

A Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB), responsável pelo sistema semiurbano, informou que o subsídio estadual está sendo pago regularmente, dentro dos prazos estabelecidos.

Esclareceu que as questões trabalhistas são de responsabilidade das empresas operadoras, conforme previsto nos contratos de concessão.

Finalizou dizendo que segue em diálogo com os sindicatos e adota, dentro de suas competências legais, as medidas cabíveis para contribuir com a retomada do serviço o quanto antes.

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