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SET diz que pedirá na Justiça frota mínima e que Prefeitura não apresentou proposta para reverter greve

O Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET), em nota encaminhada à imprensa, informou que ingressará na Justiça com o objetivo de garantir a circulação de frota mínima de coletivos a partir de sexta-feira, 30, quando rodoviários que trabalham nos sistemas urbano e semiurbano que servem a capital maranhense e os municípios São José de Ribamar, Paço do Lumiar e Raposa pretendem paralisar as atividades por tempo indeterminado.

No comunicado, a entidade que representa a classe patronal confirmou reuniões com representantes do Sindicato dos Rodoviários e do Governo do Estado, sendo que nelas representantes da Prefeitura de São Luís, responsável pelo sistema urbano, não apresentaram nenhuma proposta às empresas que possibilitem um aumento salarial para os trabalhadores.

“Diante do anúncio de paralisação de 72 horas feito pelo Sindicato dos Trabalhadores Rodoviários, o Sindicato das Empresas de Transporte de Passageiros de São Luís (SET), informa à população que ingressará na Justiça para garantir o funcionamento da frota mínima da cidade em circulação para atender a população durante o período de greve.O SET informa, ainda, que realizou várias reuniões com os rodoviários e o Governo do Estado nas quais a Prefeitura Municipal de São Luís/ SMTT não apresentou nenhuma proposta às empresas que possibilite um aumento salarial para os rodoviários. O SET reitera seu compromisso com a população de São Luís, a transparência, o diálogo institucional e o cumprimento das determinações legais”, disse.

O Sindicato dos Trabalhadores em Transportes Rodoviários do Estado do Maranhão (STTREMA) confirmou a nova greve para sexta-feira, 30, caso não haja a apresentação de proposta referente a Convenção Coletiva de Trabalho 2026.

Os trabalhadores reivindicam 15% de reajuste salarial; aumento do valor do ticket alimentação; e manutenção do plano de saúde.

Até o momento, segundo o Sindicato, os empresários apenas sinalizaram no sentido de que haja uma divisão da Convenção Coletiva, estabelecendo uma para funcionários do sistema coletivo urbano e outra para o sistema semiurbano, gerido pelo Governo do Estado, através da Agência Estadual de Mobilidade Urbana e Serviços Públicos (MOB).

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